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Cantagalo é o primeiro município a conhecer o planetário digital do ‘Ciência Móvel’

  • Fonte: Assessoria de Comunicação
  • Publicado em: 30/04/2016
  • Assunto: Educação

Museu itinerante esteve cinco dias na cidade e encantou crianças e adultos

Cantagalo – Uma semana inteira de muito conhecimento e diversão. Assim foi o ‘Ciência Móvel – Vida e Saúde para Todos’, um museu itinerante da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que percorre municípios da Região Sudeste do País e que esteve em Cantagalo de 25 a 29 de abril, no Ginásio Poliesportivo José dos Santos Vieira, numa parceria com a Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Educação.

No início da temporada 2016, quando o projeto comemora seus dez anos de sucesso, Cantagalo teve o privilégio de ser a primeira cidade a conhecer a nova atração: o planetário digital, que atraiu a atenção de todos que passaram pela exposição. O equipamento projeta extensa programação do universo, filmes científicos para o domo inflável (antigo cinema 360º), mostrando todo o potencial do equipamento, graças ao sofisticado programa de computador utilizado.

Ele também amplia as possibilidades de roteiros em relação ao modelo analógico, por exemplo. Com isso, o participante se sente em uma verdadeira viagem, em que observa e aprende com informações das estações do ano e de algumas constelações importantes do universo.

Durante a exposição, que atendeu não só estudantes, mas ao público em geral, o Museu da Vida, que coordena a unidade móvel, ofereceu ao público uma série de atividades interativas apresentadas em uma grande exposição. Os módulos chegam a bordo de um caminhão e, além de mostrarem experiências científicas, ainda divertem os participantes com fenômenos que podem ser vistos no dia a dia.

Mas não foi só. O ‘Ciência Móvel’ também apresentou o girotec, equipamento cujos movimentos fazem a pessoa ter a sensação de falta de referência da força da gravidade; o jogo das vacinas, uma brincadeira que também informa sobre a importância das principais vacinas do calendário do Ministério da Saúde; a bancada de microscopia (nesse módulo, é possível observar células humanas, vegetais e os detalhes de insetos, como o mosquito aedes aegypti) e as câmeras escuras. Diversão e conhecimento também estão em atividades com os modelos de olho, ilusões de óptica, a pilha humana, os espelhos sonoros e o painel fotovoltaico, bem como com as brincadeiras com a casa maquete, a cadeira giratória (ela ajuda a entender o chamado efeito “bailarina”, fenômeno sentido quando o participante faz o controle da velocidade de rotação usando seu próprio corpo para isso), a alavanca, o sopro que aprisiona e a anamorfose (brincadeira com óptica que, a partir de uma figura aparentemente disforme ou irregular, gera imagem regular de um objeto).

Nesses dez anos, o projeto fez quase 140 viagens e esteve em 86 municípios, totalizando uma distância de cerca de 60 mil quilômetros nas visitas feitas às cidades da Região Sudeste do Brasil.

Com parceria da Fundação Cecierj e Bio-Manguinhos (Fiocruz), patrocínio da Sanofi e da IBM, o ‘Ciência Móvel’ conta com apoio do CNPq/Ministério da Ciência e Tecnologia e Inovação (MCTI).

Fotos: Gilmar Marques